A Concha y Toro, fundada em 1883 por Don Melchor Concha y Toro, é uma das principais vinícolas da América Latina. Os vinhos são exportados para mais de 140 países. Seus vinhedos estão presentes no Chile, Argentina e Estados Unidos.
Em 1957 a Família Guilisasti (e um grupo de sócios) assumiu a presidência da empresa, após a aquisição da Viña Concha y Toro.
Em 1957 a Família Guilisasti (e um grupo de sócios) assumiu a presidência da empresa, após a aquisição da Viña Concha y Toro.
Os vinhos mais conhecidos são: Don Melchor, Marques de Casa Concha e Casillero del Diablo, este último, bastante popular no Brasil, em São Paulo.
Mais sobre Santiago do Chile, aqui:
Saindo do Mercado Central, já no transporte que nos levou para a vinícola e apreciando mais um pouco da cidade de Santiago.
Pelo caminho, as vinhas eram abundantes, sempre uma bela paisagem.
Chegamos na Viña Concha y Toro e do estacionamento, caminhamos para a recepção, onde o guia estava a nossa espera.
A vinícola é bem grande e foi a maior que já conhecemos. Tudo é bem organizado e não pode ser diferente, pois são muitos os grupos que chegam para a visita e degustação.
Uma boa caminhada até a sede da vinícola.
Imediatamente, eu compreendi que os jardins eram maravilhosos e muito bem cuidados. Fiquei encantada mais com os jardins do que com a degustação.
Eram muitos os coelhos, que corriam e pulavam pela grama. Podem ver um perto da estátua do leão?
Fomos conduzidos para este caramanchão e na saída, uma paisagem belíssima estava a nossa espera.
Logo avistamos a antiga propriedade da família de Don Melchor Concha y Toro. O palacete estava fechado, porém, em excelente estado de conservação.
Um palacete em estilo rural chileno, com alguns toques de arquitetura francesa. Na frente, estão os exuberantes jardins, feitos especialmente para a esposa de Don Melchor, Emiliana Subercaseaux.
Quando Don Melchor entrou no ramo de vitivinícola (cultivo da uva e produção do vinho), trouxe videiras francesas da região de Bordeaux e contratou o enólogo francês Monsieur Labouchere. As terras onde as vinhas francesas foram plantadas, ficam no sopé da Cordilheira dos Andes e foram herdadas por sua esposa, mulher de família abastada. A família de Don Melchor era importante no Chile, com fortes influências econômica e política no país. E Don Melchor, também, mantinha negócios em outras áreas e países.
Do lado direito na foto abaixo, podem ver as perfumadas lavandas?
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| Fonte da imagem - Posto7 |
Quando Don Melchor entrou no ramo de vitivinícola (cultivo da uva e produção do vinho), trouxe videiras francesas da região de Bordeaux e contratou o enólogo francês Monsieur Labouchere. As terras onde as vinhas francesas foram plantadas, ficam no sopé da Cordilheira dos Andes e foram herdadas por sua esposa, mulher de família abastada. A família de Don Melchor era importante no Chile, com fortes influências econômica e política no país. E Don Melchor, também, mantinha negócios em outras áreas e países.
Do lado direito na foto abaixo, podem ver as perfumadas lavandas?
As fotos que seguem, mostram em parte, a exuberante vista dos jardins e lagos, a partir das janelas e varanda do palacete. Uma visão espetacular!
Um pequeno lago com ninféas.
Aqui eu esqueci das viñas, completamente! O grupo seguia, com o guia e eu ficava para trás, apreciando esta vegetação com árvores vindas de várias partes do mundo, incluindo araucárias do Paraná, no Brasil. Muitas árvores, vieram da Europa.
Outro lago, ao fundo.
As viñas, nas próximas fotos, são exemplares reservados para receber os grupos de visitantes, aonde acontecem as explicações sobre cultivo da uva e produção de vinho.
Realmente, formam uma bela paisagem. Uma terra rude, que resulta em bons vinhos, pois as viñas necessitam criar condições de defesa, para a sobrevivência.
Em seguida, chegamos a uma grande varanda, onde degustamos um vinho branco bem fresco. Uva chardonnay.
Parte da varanda é um pequeno museu com equipamentos antigos.
Grandes e pesadas portas foram abertas e entramos em uma adega, com a temperatura bem fresca, mantida com ar condicionado. Esta adega era no nível das alamedas da vinícola, isto é, no andar térreo e não no sub-solo.
Agora, estamos descendo quatro metros para conhecer o Casillero del Diablo, onde repousam os vinhos das melhores safras. No casillero a temperatura é fria naturalmente.
Casillero quer dizer nicho, gaveta. O local é bem escuro e gelado, eu adorei tanto frescor!
Casillero quer dizer nicho, gaveta. O local é bem escuro e gelado, eu adorei tanto frescor!
Há uma lenda sobre o nome Casillero del Diabo, criada por Don Melchor Concha y Toro, o fundador. Por volta de 1890, Don Melchor resolveu reservar para seu consumo os melhores vinhos e os guardou no fundo de uma adega subterrânea.
Don Melchor notou, com o tempo, que os vinhos estavam sumindo misteriosamente e percebeu que os camponeses estavam roubando esses vinhos, então, sabiamente, cuidou para que fosse espalhada pelo povoado, a história de que o Diabo vivia no casillero e, assim, nunca mais sumiu nenhum vinho ahaha.
No vídeo, de 1:41 segundos, está bem explicada a história, que acabou em lenda:
A certa altura, apagaram todas as luzes e ficamos no casillero na mais absoluta escuridão. E foi projetado um filme nas paredes, como podem ver na foto que segue.
O filme trata da conversa de dois camponeses, sobre o Diabo estar vivendo no casillero, história que era contada por todo o povoado. Vozes eram ouvidas, dos camponeses assustados e do Diabo ahaha.
Eis o Casillero del Diablo, com o Diabo lá no fundo, vejam na próxima foto. Lúcifer, com seu tridente, inspirou Don Melchor e acabou muito bem, se refrescando do calor infernal e ainda, com vinhos das melhores safras.
Será que, atualmente, os vinhos das melhores safras permanecem aqui estagiando? Creio que só na época de Don Melchor Concha y Toro e sua riquíssima esposa, afinal, sabemos que exclusividade jamais será de âmbito público, "elementar meu caro Watson". É, o bom e velho marketing!
Voltamos ao nível térreo, fora do casillero. Uma segunda degustação estava a nossa espera. Era um tinto, que caiu muito bem com o clima bem fresco.
Um Gran Reserva Serie Riberas, uva Carménère 2011.
As taças foram brinde da degustação. E chegaram em São Paulo, na bagagem de mão, intactas. Fizeram duas viagens de avião! Madonna!
Terminada a degustação, saímos por um corredor embelezado com a trepadeira glicínia. Uma visão bonita, mas com poucas flores.
Logo a frente, um páteo agradável, com um Wine Bar e uma loja de vinhos e acessórios.
No Wine Bar, lanchamos empanadas de carne com uvas-passas, que estavam deliciosas e bem leves.
A noite, fomos conhecer o Costanera Center, um shopping bem grande, tem seis andares com lojas de boas marcas. Muitos brasileiros, por lá.
Está localizado no bairro da Providencia, onde ficamos hospedados. Recomendo a hospedagem neste bairro, pois além de bons hotéis, muito fizemos a pé.
A foto que segue é de propriedade da Wikipédia e o shopping está localizado bem ao lado, na parte inferior direita, do maior edifício. A foto confirma como Santiago é uma cidade maravilhosa e não deixem de apreciar ao fundo, a Cordilheira dos Andes.
Dentro do shopping Costanera Center, há uma loja de carros novos, multimarcas, com exposição. Achei tão inusitado e interessante! Já vi venda de carros em shopping, mas em um páteo apropriado, na área externa, mas na parte interna, nunca havia visto.
Observem a loja de carros, na foto que segue, que não é minha, aqui a fonte.
Chegamos na Praça de Alimentação e aproveitamos para petiscar. Não gostamos muito de comer em shoppings, mas já que estávamos por lá, escolhemos o KFC, restaurante especializado em frango frito. Os franguitos eram bem apimentados, mas já era esperado.
Um detalhe: pelo porte do shopping Costanera Center, a Praça de Alimentação deixou a desejar. Claro, deve ter um motivo! Não descobri.
Até a próxima postagem, um passeio incrível na Cordilheira do Andes. Beijinhos!
Está localizado no bairro da Providencia, onde ficamos hospedados. Recomendo a hospedagem neste bairro, pois além de bons hotéis, muito fizemos a pé.
Dentro do shopping Costanera Center, há uma loja de carros novos, multimarcas, com exposição. Achei tão inusitado e interessante! Já vi venda de carros em shopping, mas em um páteo apropriado, na área externa, mas na parte interna, nunca havia visto.
Observem a loja de carros, na foto que segue, que não é minha, aqui a fonte.
Um detalhe: pelo porte do shopping Costanera Center, a Praça de Alimentação deixou a desejar. Claro, deve ter um motivo! Não descobri.
Até a próxima postagem, um passeio incrível na Cordilheira do Andes. Beijinhos!























































